Saneamento Básico é tema de Roda de Conversa do Grito de Porto Velho (RO)



Aconteceu no dia 6 de agosto na Área Missionária Nossa Senhora Aparecida (Conjunto Habitacional DNIT), a primeira Roda de Conversa do Grito dos/as Excluídos/as da Arquidiocese de Porto Velho, com a participação de moradores do Conjunto DNIT, Ocupação Maravilha e Comunidade São João, à margem esquerda do rio Madeira.

Partindo da prioridade da arquidiocese para a Campanha da Fraternidade 2019 “Fraternidade e Políticas Públicas”, a atividade debateu o tema do saneamento básico e contou com a assessoria de integrantes do Coletivo Popular Direito à Cidade e da Equipe Arquidiocesana do Grito.


Utilizando método ver, iluminar e agir, os participantes apontaram a situação precária do esgotamento sanitário, o problema da falta de reciclagem, reutilização e redução dos resíduos sólidos e orgânicos/compostagem, a precariedade do abastecimento de água potável e a falta de rede de drenagem das águas da chuva. Porto Velho está na última colocação entre as capitais brasileiras em termo de acesso ao saneamento básico e é preciso lutar para que sejam garantidas politicas públicas para o setor. Os presentes destacaram também a grave situação da Escola Municipal no Conjunto DNIT, que está sem aulas desde outubro de 2018 devido à falta de transporte escolar, os alunos praticamente perderam o ano letivo e é preciso que o poder público tome providências urgentes.


A roda foi iluminada com a leitura bíblica de Amós 5, 21-25 e destacou-se o trecho do versículo 24: “Eu quero, isto sim, é ver brotar o direito como água e correr a justiça como riacho que não seca.”


No Agir, os presentes assumiram o gesto concreto de organizar junto aos moradores das comunidades, uma manifestação no dia 07 de setembro, juntando-se às outras comunidades para ecoar os diversos gritos em busca do “direito que brota como água e da justiça que corre como riacho que não seca”.


A realização de rodas de conversas faz parte da programação de atividades para o grito dos excluídos 2019. A metodologia utilizada proporciona mais interatividade dos participantes e um diálogo aberto em busca de ações concretas para os diversos “gritos” necessários para a sociedade.

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