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Fortaleza/CE: ato contra o despejo de 85 famílias

Os moradores da ocupação Carlos Marighella, localizada no bairro Mondubim, em Fortaleza, estão sendo ameaçadas de despejo. São cerca de 85 famílias que perderam as condições de permanecer no aluguel e passaram a ocupar um vazio urbano na cidade que não cumpre a função social. Desde o início da ocupação, no dia 8 de junho, em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as famílias têm resistido a uma série de intimidações do proprietário do terreno em um processo de reintegração de posse. VAMOS A LUTA MEUS IRMAOS. JUSTICA SOCIAL PARA TODOS. MORADIA DIGNA PARA TODOS.

MT debate Terra e Território no Dia D do Grito

Campinas/SP: Dia D de solidariedade

O Dia D do Grito, 7 de Outubro, foi de solidariedade aos companheiros da Vila Paula, vítimas de um incêndio criminoso que deixou 30 famílias desabrigadas.

Carta ao POVO de Deus em vídeos

Uma série de 8 vídeos curtos será oferecida às comunidades cristãs e à sociedade civil no Brasil, para aprofundar e divulgar os conteúdos da “Carta ao Povo de Deus”, que 152 bispos da CNBB escreveram no mês de agosto, refletindo sobre a trágica situação do País e os caminhos para que tudo tenha vida em abundância. A Carta ao Povo de Deus é um texto de formação e discernimento sobre a “tempestade perfeita” que o Brasil está atravessando: uma crise de saúde sem precedentes, com um avassalador colapso da economia e com a tensão que se abate sobre os fundamentos da República. Em plena comunhão com a CNBB e com o magistério de Papa Francisco. Veja os dois primeiros vídeos:

Papa Francisco lança a carta social "Fratelli tutti"

No dia 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, o Papa Francisco lançou oficialmente a encíclica “Fratelli tutti”, a terceira do seu pontificado, subtitulada “Sobre a fraternidade e a amizade social”. A assinatura da carta social foi no dia anterior, no Convento de São Francisco de Assis, junto à tumba do santo. A nova encíclica pretende responder à seguinte questão: "Quais são os grandes ideais mas também os caminhos concretos para aqueles que querem construir um mundo mais justo e fraterno nas suas relações quotidianas, na vida social, na política e nas instituições?". O documento, tratado pelo próprio Papa como "encíclica social", tem como pano de fundo as "admoestações" que São Francisco de Assis dirigia aos seus irmãos de comunidade, de forma a incentivar a vivência dos valores do Evangelho.

Salvador faz live no Dia D do Grito

Democracia: direitos sociais para a defesa da vida

Esse é o tema da live que será realizada no próximo Dia D do Grito, 7 de Outubro, às 19 (horário do MS), promovida pelo Grito dos/as Excluídos/as do Mato Grosso do Sul. Transmissão pelo facebook @gritodosexcluidosms

PCDs gritam por políticas públicas

Pedagoga e com mestrado e doutorado em educação especial e inclusiva pela UFSCAR, Tereza Cristina Rodrigues Villela fez um grito contra a ausência de políticas públicas para pessoas com deficiência em tempos de pandemia

Um grito na pandemia

https://carceraria.org.br/artigos/um-grito-na-pandemia A Vida em Primeiro Lugar é o grito que há 26 anos ecoa no Brasil afora nas comunidades e que neste tempo da Covid-19 faz-se ainda mais real ao se concretizar no basta de Miséria, Preconceito, Repressão! Queremos Trabalho, Terra, Teto e Participação! Ao grito faz eco a 6ª Semana Social Brasileira lançando um grande Mutirão socioeclesial que pegando os mesmos eixos vai provocando a população no Brasil e no mundo para que tome consciência e denuncie as estruturas opressoras, excludentes e injustas, fonte e causa de miséria, violência e exclusão. O grito da Miséria A Covid-19, em toda a sua dramaticidade e mortalidade veio afirmar novamente que o “Rei está nu”. O Brasil tem mais de 13 milhões de pessoas em situação de pobreza extrema, que sobrevivem com até R$ 145,00 mensais. Essa miséria é visível em todo país, sobretudo nas grandes cidades, dos centros às periferias, com destaque nas regiões Norte e Nordeste, atingindo principalmente a população negra, ribeirinha, indígena e com baixa escolaridade. As consequências são graves, afetam a qualidade de vida como um todo, alimentação, drástica evasão escolar de adolescentes, entre outras. Mas a miséria não é simplesmente uma questão de fome, ela vai mais a fundo, ela machuca na alma, sangra na profundidade dos sentimentos feridos pelo preconceito racial, territorial, religioso, de gênero e por uma cultura que ainda carrega fortes e acentuados resquícios da escravidão visibilizada nas massas pobres, negras, periféricas e encarceradas. Além disso, a onda de conservadorismo ligada à teologia da prosperidade, expressão do neoliberalismo religioso encarnado pelo pentecostalismo e neo-pentecostalismo que, exclui as expressões religiosas indígenas e de matriz africana, criminalizando, condenando e idealizando a pobreza como punição e castigo de Deus. Não menos dolorida é a experiência do preconceito de gênero cujas expressões e manifestações públicas são o feminicídio, o assassinato e o suicídio de pessoas LGBTI a quem é restrito seja o mercado de trabalho, como a própria convivência e visibilidade social. Por isso ao darmos visibilidade à miséria, ao preconceito, à repressão, queremos evidenciar a gritante desigualdade social que a pandemia expôs e evidenciou ainda mais ressaltando algumas situações essenciais para a vida e a cidadania, como a importância dos trabalhadores e trabalhadoras na máquina do capital; a solidariedade e a partilha dos mais pobres com os miseráveis; a importância do Estado como agente de políticas públicas, entre elas o sistema único de saúde – SUS, a ser defendido contra a ideologia neoliberal do Estado mínimo; a atitude da burguesia rica, egoísta e imoral que condiciona a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras à economia e ao lucro, tendo como resultado a hecatombe de mais de 100 mil mortes. Terra, Teto, Trabalho e Participação Terra, Teto, Trabalho e Participação são os fios de um grito de transformação lançado pelo papa Francisco em Roma em 2014 em seu primeiro encontro com os movimentos sociais, e sucessivamente reelaborado e sistematizado na Carta de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia em 2015, e novamente retomado de 2016 onde é destacada a necessidade de uma mudança de estruturas para que a vida seja digna. A desigualdade social passa pela concentração de terras, pelo êxodo forçado, pela produção do agronegócio em detrimento da agricultura familiar e seus produtos saudáveis. Estudos mostram que 45% de toda a área rural do país estão nas mãos de somente 0,91% de proprietários. Enquanto estabelecimentos com menos de 10 hectares representam apenas 2,3% da área rural brasileira. A ONU estima ainda que 80% da alimentação em todo o planeta venha desse tipo de produção. Por outro lado, os conflitos no campo por causa da terra crescem a cada dia, sendo que a especulação latifundiária sobre as terras indígenas, povos tradicionais, pequenos camponeses é alarmante. A sobrevivência dos sem tetos é outro desafio que está presente em todas as épocas, denunciamos isso ano após ano, mais nunca imaginamos chegar a uma crise pandêmica. E agora, a regra é: “fique em casa!” Que casa? “Cuide de sua higiene pessoal, lave bem as mãos!” Onde lavar as mãos e tomar banho? “Se alimente bem, fique forte!” Que alimento? O preço exagerado da terra nas cidades torna cada vez mais distante o sonho da casa própria, resultando em milhares de pessoas vivendo em situação de rua. E Francisco mais uma vez nos estimula convocando dois grandes encontros respondendo a dois grandes gritos, um para debater e procurar construir juntos um novo modelo de economia justa, fraterna, sustentável e com um novo protagonismo de quem hoje é excluído. Outro, para escrever um pacto global educativo fundamental para a construção de uma nova civilização, a do amor. Gianfranco Graziola, imc, é diretor presidente da Associação de Apoio e Acompanhamento da Pastoral Carcerária Nacional (ASAAC).

CIMI faz nota contra discurso de Bolsonaro na ONU

https://cimi.org.br/2020/09/nota-do-cimi-bolsonaro-criminaliza-povos-indigenas-discurso-irreal-delirante-onu/ Nota do Cimi: Bolsonaro criminaliza povos indígenas em discurso irreal e delirante na ONU Ao responsabilizar povos indígenas por queimadas, em seu discurso na abertura da 75ª Assembleia da ONU, o presidente Jair Bolsonaro demonstra má-fé, preconceito e irresponsabilidade perante outras nações O Conselho Indigenista Missionário – Cimi vem a público repudiar o discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da 75ª Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), neste dia 22 de setembro de 2020. O presidente Jair Bolsonaro utilizou um discurso falacioso, refratário e irreal sobre o combate à pandemia do coronavírus e às desigualdades sociais, os direitos humanos e, principalmente, em relação ao combate aos incêndios e à proteção do meio ambiente. Sempre na defensiva e culpando terceiros, o discurso do presidente não contribuiu para a solução dos problemas e para a melhora da imagem do Brasil no exterior. No discurso, o presidente responsabiliza os índios pelos incêndios que devastam boa parte da Amazônia, Cerrado e Pantanal no Brasil. De todas as inverdades, essa demonstra a má-fé, o preconceito e a irresponsabilidade do presidente do Brasil perante outras nações, o que coloca o nosso país em situação constrangedora perante a opinião pública nacional e internacional. Os territórios indígenas no Brasil se constituem como espaços de preservação da mata e de toda a biodiversidade. Os povos indígenas têm se esforçado no combate aos incêndios que chegam aos seus territórios, provocados por interesses ligados à expansão da agropecuária, aos monocultivos de grãos, à exploração mineral e madeireira. É importante salientar que esses setores têm tido todo o apoio do presidente e sua equipe para concretizar ações de violência contra os povos e o meio ambiente, a partir do desmonte de toda a estrutura de fiscalização e da política de proteção sob responsabilidade do governo federal. O presidente Jair Bolsonaro, sob os olhares do mundo, ao proferir tal acusação, comete mais um ato de violência contra os povos indígenas no Brasil. Ele não só responsabilizou, mas também criminalizou os povos indígenas que, de fato, são as vítimas dos crimes ambientais em curso no país. Entendemos que Bolsonaro deve ser responsabilizado por seus atos. Não é justo que os povos indígenas no Brasil venham a sofrer mais violência por mais uma acusação sem provas, fantasiosa, do senhor presidente. O discurso do presidente reforça as graves e infundadas acusações feitas pelo Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, contra a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), buscando criminalizar suas lideranças e silenciar justas críticas ao governo. O Cimi manifesta solidariedade à Apib e apoio à sua iniciativa de buscar que o ministro responda pelos ataques junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nos solidarizamos, ainda, com os povos indígenas e com as famílias que se encontram enlutadas em consequência da pandemia do novo coronavírus e devido à irresponsabilidade de um governo que não cuida e não defende seu povo.
Brasília, 22 de setembro de 2020
Conselho Indigenista Missionário

Bispos dos Regionais Oeste 1 e 2 emitem Carta aberta sobre a queimada do Pantanal

https://cnbboeste1.org.br/bispos-dos-regionais-oeste-1-e-2-emitem-carta-aberta-sobre-a-queimada-do-pantanal/ CARTA ABERTA 18 de setembro de 2020. “A Criação geme e sofre dores de parto” (Rm 8,22) Os Regionais Oeste 1 e Oeste 2 da CNBB, especialmente através de suas Dioceses pantaneiras: Diocese de Corumbá/MS, Diocese de Jardim/MS, Diocese de Coxim/MS, Diocese de São Luiz de Cáceres/MT e Diocese de Rondonópolis/Guiratinga/MT, registram profunda preocupação com as terríveis queimadas no Pantanal. Manifestamos nossa solidariedade e compromisso com todos que estão sensibilizados e envolvidos com a causa ambiental: militares, bombeiros, brigadistas, servidores e voluntários, bem como os irmãos e irmãs ribeirinhos, pantaneiros e indígenas, que dependem diretamente deste bioma para sua sobrevivência. Lamentamos, ao mesmo tempo, o desmonte das instâncias de fiscalização e punição e denunciamos as providências insuficientes e tardias que favorecem este incêndio sem controle e que está queimando tudo e matando a Vida. Há um pedido de socorro, um grito que não quer e não pode se calar, dos humanos sensíveis e conscientes, das comunidades tradicionais, das populações indígenas, da terra, dos animais, das aves, das águas, das plantas, da vegetação nativa, de árvores centenárias. E um clamor para que os povos tradicionais sejam valorizados e apoiados, a fim de continuarem sendo agentes de proteção e cuidado da natureza. Reivindicamos que as autoridades se empenhem e se mobilizem com a máxima urgência e que seja feita uma investigação séria, responsabilizando e punindo os possíveis culpados com a reparação justa e necessária pelos danos causados. As ações emergenciais são necessárias, mas não bastam; é preciso desenvolver e aplicar políticas públicas sérias de prevenção e de proteção a curto, médio e longo prazo. A Igreja se une num forte grito pela defesa, promoção e cuidado com a Vida, em todas as suas formas e expressões. É preciso conter e apagar o fogo que vai avançando com poder destruidor, e assim salvar o Pantanal. ” Hoje, a voz da criação incita-nos, alarmada, a regressar ao lugar certo na ordem natural, lembrando-nos que somos parte, não patrões da rede interligada da vida.” (Papa Francisco) Dom Dimas Lara Barbosa – Arcebispo de Campo Grande e Presidente do Regional Oeste 1 Dom Canísio Klaus – Bispo de Sinop e Presidente do Regional Oeste 2 Dom João Aparecido Bergamasco (Bispo de Corumbá) Dom João Gilberto de Moura (Bispo de Jardim) Dom Antonino Migliore (Bispo de Coxim) Dom Jacy Diniz Rocha (Bispo de Cáceres) Dom José Vieira de Lima (Bispo Emérito de Cáceres) Dom Juventino Kestering (Bispo de Rondonópolis-Guiratinga)

Manaus/AM: grito na orla do São Raimundo

A escolha do tema está diretamente ligada ao atual cenário de pandemia, segundo o arcebispo Dom Leonardo Steiner. “Esse tema é importante em um momento em que ainda sofremos as consequências do coronavírus. Então é preciso refletir e soltar o grito de cuidado pela vida”. O cenário escolhido foi a orla do Rio Negro, no bairro São Raimundo, zona Oeste de Manaus. Um manifesto à sociedade foi distribuído contendo dezenas de reivindicações. A principal delas tendo a "vida em primeiro lugar". Um mural com cruzes e fotografias lembrou as milhares de vítimas da covid-19, que no Amazonas já deixou mais de 3 mil mortos. Os participantes esticaram faixas e banners para cobrar direitos dos "excluídos pelo sistema", políticas públicas de atenção aos menos favorecidos e saúde para todos. A simbologia foi muito forte, altar com cruzes e a bandeira do brasil, pano vermelho representando sangue outros símbolos da região, casa, fotos, instrumentos de pesca.

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